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Oficinas e Laboratório


Laboratório Fronteiras Permeáveis

Ministrante: Vera Hamburger – Diretora de arte

7 de outubro – 9h às 12h (Módulo 1 – Jogo 1) – 14h30 às 17h30 (Módulo 1 – Jogo 2)
8 de outubro – 9h às 12h (Palestra)
Carga horária: 9h/aula

Público alvo: maiores de 18 anos, praticantes, estudantes e interessados nas artes cênicas, plásticas, audiovisuais e arquitetônicas, isto é, atores, bailarinos, cenógrafos, figurinistas, diretores de arte, diretores, coreógrafos, arquitetos, fotógrafos, videomakers, iluminadores, editores, ou seja, artistas espaço-visuais e performers em formação.

Importante: a seleção dos participantes se dará de forma a garantir uma turma heterogênea-multidisciplinar.

Capacidade: 20 participantes, selecionados a partir de carta de intenção.

Ementa
O Laboratório Interdisciplinar Fronteiras Permeáveis tem por objetivo investigar o espaço da cena como linguagem, assim como os mecanismos de funcionamento da percepção e criação. A ação direta sobre a matéria é a linha condutora do trabalho. Através de laboratórios experienciais e multidisciplinares de intervenção no espaço, os elementos primordiais da conformação e dinâmica da cena devem apresentar-se ao participante em sua multiplicidade e interpenetrabilidade significante. A oficina concentra-se nos elementos fundamentais da criação do ambiente da cena atual, seja ela performativa, expositiva, cênica, visual ou audiovisual.

8. GO040036-4

Liga Pontos, por Vera Hamburger

Módulo 1: Da experiência vivencial à forma  

Jogo 1: Da experiência à forma:

Liga Pontos
Em ambiente neutro, materiais de uso cotidiano serão disponibilizados aos participantes para a fabricação do lugar, assim como recursos de iluminação, sonorização, equipamentos de captação e projeção da imagem. As experimentações intercalam a construção física a ensaios cênicos, livres de qualquer prerrogativa conceitual ou narrativa.  

A base do trabalho é a improvisação. Em pauta, os elementos primordiais da conformação do espaço: o corpo, o lugar e o tempo. O ponto e a linha constituem-se em tema desta sessão. A partir de um ponto aleatório uma instalação imprevista será construída, explorada e reformulada até o final da sessão, por ação coletiva e individual.  

Duas vagas serão oferecidas a artistas residentes convidados para os desenhos de luz e som:
Rodrigo Assis (luz) e Guile Martins (som).

Jogo 2: Sobre geometria
Uma composição geométrica plana, a ser construída sobre o piso do lugar,
 é o ponto de partida deste encontro. A geometria plana fará a intermediação de nossa convivência, enquanto a imagem virtual apresenta-se, oferecendo novas possibilidades de exploração ao participante.

Módulo 2: “Do desenho à cena: outra experiência”

Nesta palestra serão discutidos o papel e abrangência da direção de arte na construção da obra fílmica: a sintaxe do espaço e sua ação interativa; o trinômio corpo-espaço-tempo/movimento como base para o processo criativo: entre a narrativa textual e a corpórea/visual/sonora. Será apresentado o filme “Lab 2016.1SP”, trabalho em curta metragem produzido a partir da última edição do Laboratório Fronteiras Permeáveis, por sistema de residência artística, através do apoio do ProAC-Artes Integradas 2015. Após a sessão, haverá debate sobre o desenho do espaço de cena, o método de trabalho e o filme produzido.   

Observação: palestra aberta ao público interessado.

[Inscrições encerradas]

 

Oficina: Olhar Cênico

Ministrante: Julia Zakia – Diretora e Diretora de fotografia

5, 6, 7 e 8 de outubro – 14h30 às 17h30
Carga horária: 12h/aula

Público alvo: Atores e não-atores, profissionais, estudantes e interessados na área

Capacidade: 20 alunos

Ementa
O objetivo é trilhar um caminho emocional, corporal e estético a fim de conceber uma “peça de comunicação”, uma “ponte entre mundos” até o espectador. Um caminho de síntese da história narrada até a flor da experiência.

Instrumentalizar teórica e tecnicamente os participantes com a composição de planos, enquadramentos, opção de lentes e movimentos. A proporção da ação variando com a composição dos quadros.

Coletar histórias de pais, avós, moradores da cidade para, a partir daí desenvolver a criatividade e originalidade na sua própria criação. Desenvolver histórias e personagens a partir das histórias colhidas e através da Dramaturgia Corporal, mapeando as emoções, usando ações verbais com técnicas corporais, exercícios de desenvolvimento e montagem cênica, dando aos participantes, material para que possamos criar os “Hai Kais cênicos”, as sintéticas cenas.

Conteúdo Programático

  • Construção do ambiente, construção dos corpos, das vozes. Através de respiração e de alguns exercícios com bambus, bastões e tecidos. O objetivo é a presentificação. Relaxar, abrir, circular. Criar a densidade necessária para a criação.
  • Narrações. Após alguns minutos de meditação, cada participante seleciona de sua própria vida um acontecimento importante, transformador e narra aos demais sem nenhuma intenção de teatralizar a situação para além da sua necessidade: simplesmente conta algo muito conhecido em todas as camadas. Os outros observam as narrativas com o olhar direcionado para vários fatores como:  gestos, olhar: brilho e geometria. Voz, fala, modulações de altura, timbre, intensidade, integridade da narrativa: a justeza de elementos utilizados. Através dessa observação, debate e levantamento de elementos de composição presentes nas narrativas.
  • Através da elaboração de sequências de movimento, sequências vocais e da burilação desse material, chega-se a uma síntese que deverá conter a tradução da força da narrativa inicial. Esse é o momento mais delicado a ser percorrido, pois se trata de uma tradução que deve ser realizada no território da poesia, com todos os corpos. A intuição deve poder trabalhar com liberdade, mas com muito rigor. Os japoneses falariam da busca da “flor” do gesto.
  • Acabamento do poema. Elementos que possam acirrar a comunicação, o impacto. Reestudo e definição de pausas, luz, lugar, som, figurino, vídeo, ar, tudo ao redor. A finalização de um poema cênico baseado numa narrativa de um momento forte vivido, com a consciência de que tudo que cerca a cena a ela pertence e deve ser estudado e absorvido.
  • Introdução da câmera, levando os alunos para o universo cinematográfico. Gravação dos textos e exercícios de repetição, corporais e verbais. Formação e instrumentalização de pequenas equipes de 5 participantes cada, que se revezam em câmera, propondo a direção coletiva e a coordenação por parte das responsáveis pelo workshop.
  • Seleção de histórias locais colhidas entre os moradores da cidade; desenvolvimento da criatividade e memória, exercitando dinâmica de emoções; criação de cenas das histórias escolhidas para transformá-las em cenas curtas.
  • Preparação para a gravação e execução das cenas trabalhadas durante a oficina com roupas, acessórios, objetos trazidos de casa. Gravação, edição e análise comparativa das cenas anteriores.

 

Oficina: Planejamento de Produção para Séries de TV

Ministrante: Mariana Brasil – Coordenadora de Produção de projetos audiovisuais

7 e 8 de outubro – 9h às 12h e 14h30 às 17h30
Carga horária: 12h/aula

Público alvo: profissionais que já atuam no mercado e tem conhecimento básico da área de produção audiovisual (regulação da Ancine, formas de financiamento etc.). A falta deste conhecimento prévio não impede o aluno de fazer o curso, porém não haverá explicações extras à grade apresentada acima.

Capacidade: 15 alunos

Ementa
Para produzir uma série para TV é necessário a estruturação de sua produção, mostrando que ela é viável financeiramente e em prazo de execução, apresentando segurança aos canais, investidores e parceiros.

Apresentamos um método de trabalho para se estruturar a produção. O foco aqui será uma série de tv de ficção, mas serve para produtores de séries de documentário e variedades também.

Temas

  • Desenho de produção
  • Cronograma e orçamento
  • Plano de financiamento
  • Plano de comercialização

Objetivo: apresentar de forma prática um “pensamento de produção”, ou seja, a partir de um roteiro, projeto etc., como preparar seu orçamento e cronograma de execução.

Conteúdo Programático

Aula 1: Desenho de produção – Como iniciar o planejamento de produção a partir de um projeto, qual o escopo necessário e como será o desenho da sua produção.

Aula 2: Cronograma – Apresentar como, a partir da definição do escopo e do desenho da sua produção, preparamos seu cronograma.

Aula 3: Orçamento – Apresentar como, a partir da definição do escopo e do desenho da sua produção, preparamos seu orçamento.

Aula 4: Produção Geral – Avaliar o projeto como um todo, considerações gerais e custo final x realidade de mercado.

 

Local das Oficinas e Laboratório:

Centro Cultural UFG (Avenida Universitária, nº 1533, Setor Leste Universitário – Goiânia-GO)

 

[Inscrições encerradas]

 


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