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Homenageadas


Homenageadas da 18ª Goiânia Mostra Curtas

A 18ª Goiânia Mostra Curtas homenageia em sua noite de abertura a atriz Maeve Jinkings e Silvia Cruz, fundadora da Vitrine Filmes, pela contribuição de ambas ao cinema brasileiro.

 

ABERTURA – 2 OUT – 20H

 

Maeve Jinkings – atriz

 

 

Homenageada da 18ª Goiânia Mostra Curtas, a atriz Maeve Jinkings é uma figura forte no cenário audiovisual brasileiro, sobretudo no que diz respeito ao mercado de curtas-metragens. A brasiliense tem uma trajetória pautada na defesa não só do cinema, como sua valorização enquanto obra, mas também a respeito da figura da mulher. No cinema, não só como atriz, ela vem rompendo não só obstáculos, mas também transgredindo barreiras que representam um novo momento para a representatividade feminina nas telas. O festival valoriza a fibra e a força de Maeve Jinkings e seu esmero com um trabalho que serve de inspiração não só para a cena cultural, mas também para todos nós enquanto pessoas.

Maeve Jinkings nasceu em Brasília/DF e aos cinco anos de idade mudou-se com a mãe para Belém do Pará, onde se formou em Comunicação Social, seguindo posteriormente para São Paulo a fim de estudar artes dramáticas. Em SP estudou no CPT (Centro de Pesquisa Teatral) do prestigiado diretor Antunes Filho, sendo também aprovada na EAD-Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo, uma das mais importantes escolas de formação de atores do Brasil. Ainda durante o período de estudos, teve sua primeira experiência como atriz coadjuvante em cinema ao atuar no longa metragem Falsa Loura, de Carlos Reichembach. Apesar da estreia nas telas, foi um período essencialmente dedicado ao teatro, o que lhe serviu de base para desenvolver ferramentas essenciais ao trabalho do ator.

Em 2009 filma em Pernambuco o curta metragem Passageira S8º, sendo este o primeiro de uma série de trabalhos no estado, hoje um dos mais importantes centros de produção de cinema independente brasileiro. Nesse estado filmou em 2010 o longa-metragem O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho, estreando no Festival Internacional de Cinema de Rotterdam 2012 e passando posteriormente por mais de 90 festivais em todo o mundo. O filme foi incluído na lista dos 10 melhores filmes do ano por A. O. Scott, do jornal The New York Times, enquanto a publicação Film Comment o agraciou com o 20o lugar na lista dos melhores do ano. O filme foi ainda escolhido como a indicação brasileira na competição de Oscar de melhor filme estrangeiro da edição de 2014. Por sua atuação no longa de Kleber Mendonça Filho, Maeve foi indicada ao prêmio de melhor atriz nos maiores festivais brasileiros.

Em 2012 Maeve Jinkings protagoniza ao lado da atriz Nash Laila o longa metragem Amor Plástico e Barulho de Renata Pinheiro atuando como uma cantora de brega decadente, até então a personagem de maior carga dramática desde o início de sua carreira. Por este filme Maeve recebeu diversos prêmios de melhor intérprete, entre eles o de Melhor Atriz no 46o Festival de Brasília, assim como o premio de Melhor Atriz no BRAFFT 2014, Festival Brasileiro de Cinema em Toronto.

Maeve teve seu primeiro convite para atuar na função de Preparadora de Elenco, no curta metragem Sem Coração, sob codireção de Tião e Nara Oliveira. O filme estreou na prestigiada Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes onde recebeu o Troféu Illy de Melhor Curta. Mais tarde Maeve Jinkings voltaria a atuar como preparadora de elenco no longa metragem Big Jato do diretor Cláudio Assis.

Em 2013, protagonizou o curta metragem Estátua! de Gabriela Amaral Almeida, produção paulistana pelo qual recebeu o segundo Candango de sua carreira, desta vez como Melhor Atriz de Curta no 47o Festival de Brasília e também Melhor Atriz no Curta Cinema Rio de Janeiro 2014.

Em 2014 atuou no longa-metragem Boi Neon de Gabriel Mascaro, interpretando uma caminhoneira de vaquejadas. O filme estreou em 2015 na Mostra Horizontes do Festival de Veneza seguido de diversos festivais internacionais e nacionais, e recebeu entre outros o Prêmio Especial do Júri no Festival de Havana, Prêmio de Melhor Direção no Festival Internacional de Cinema de Marrakesh além de conquistar quatro prêmios no Festival do Rio incluindo o de Melhor Filme. Boi Neon (Neon Bull) estreou também no circuito de cinemas dos EUA com calorosa recepção da imprensa especializada, sendo apontado por críticos do NYTimes, assim como o filme Aquarius, como um dos 10 melhores filmes em cartaz naquele país em 2016.

A estreia em teledramaturgia ocorre em 2015 quando vive a personagem Domingas em A Regra do Jogo (telenovela), de João Emanuel Carneiro, sob direção de Amora Mautner. O drama da personagem comoveu o país e se tornou um sucesso de popularidade, ampliando a comunicação da atriz com o grande público.

Em 2016 Maeve estreia em Aquarius, aguardado segundo longa metragem dirigido por Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Sônia Braga. O filme estreou mundialmente em competição no Festival de Cannes onde foi aclamado pela critica, sendo distribuído para mais de 65 países e indicado ao prestigiado Spirit Awards nos EUA. A revista francesa Cahiers du Cinéma, o elegeu o quarto melhor filme de 2016 e foi indicado ao Prêmio César de melhor filme estrangeiro.

Em 2016 Maeve filma o longa metragem Coiote, em Minas Gerais, sob direção de Sergio Borges (O Céu Sobre os Ombros), tendo o ator Enrique Diaz como protagonista. Em São Paulo, filma também o curta metragem Vaca Profana sob direção de Rene Guerra (Os Sapatos de Aristeu; Quem Tem Medo de Cris Negão), atuando ao lado de Roberta Gretchen, atriz Trans. O filme aborda a construção do feminino e da maternidade na vida de uma prostituta e de uma mulher trans.

Em 2017 Maeve Jinkings protagoniza Terra Treme, roteiro de Gabriela Amaral Almeida e dirigido por Walter Salles. O curta metragem explora as consequências do desastre ambiental de Mariana, quando o rompimento de uma barragem provocou uma enxurrada de lama que destruiu o distrito de Bento Rodrigues. O filme faz parte de Where Has the Time Gone? projeto coletivo que reúne cinco curtas-metragens dirigidos por um integrante de cada país do grupo Brics. Exibido durante o Festival Brics de Cinema como longa de abertura, na China, o coletivo de narrativas curtas tem como destaques duas obras: o trabalho de Walter Salles e o do chinês Jia Zhang-ke.

Em 2018 estreia nova parceria artística com Renata Pinheiro e Sergio Pinheiro, protagonizando o longa metragem Açúcar, no qual interpreta uma senhora de engenho. O filme estreou em competição no Festival do Rio 2017, passando também pela Mostra de SP e Janela Internacional de Cinema. A estreia internacional de Açúcar acontece no Festival Internacional de Cinema de Rotterdam 2018. Na TV, Maeve se faz presente nas produções Lama dos Dias, seriado do Canal Brasil dirigido por Hilton Lacerda e Helder Aragão; assim como a supersérie da TV Globo Onde Nascem os Fortes, grande aposta da emissora no publico premium das 23h.

 

Filmografia

 

LONGA-METRAGEM

 

  • Por Trás da Linha de Escudos (2018) – doc de Marcelo Pedroso (PE) *Direção de Narração
  • Where Has the Time Gone? (2017) – Filme coletivo coordenado por Jia Zhan Ke (China)
  • Coiote (em finalização) – direção de Sergio Borges (MG)
  • Aquarius (2016) – direção de Kleber Mendonça Filho (PE)
  • Açúcar (2018) – direção de Renata Pinheiro e Sergio Oliveira (PE)
  • Big Jato (2015) – direção de Claudio Assis (PE) *Preparadora de elenco
  • Boi Neon (2016) – direção de Gabriel Mascaro (PE)
  • Amor Plástico e Barulho (2014) – direção de Renata Pinheiro (PE)
  • Boa Sorte Meu Amor (2013) – direção de Daniel Aragão (PE)
  • Era Uma Vez Verônica (2013) – direção de Marcelo Gomes (PE)
  • O Som ao Redor (2013) – direção de Kleber Mendonça Filho (PE)
  • Falsa Loura (2007) – direção de Carlos Reichenbach (SP)

 

CURTA-METRAGEM

 

  • A Terra Treme (2017) – direção de Walter Salles (RJ)
  • Vaca Profana (2017) – de René Guerra (SP)
  • Guaxuma (animação stopmotion em finalização) – de Nara Normande (PE) *Direção de Narração
  • Estátua! (2014) – de Gabriela Amaral Almeida (SP)
  • Sem Coração (2014) – de Tião e Nara Normande (PE/AL) *Preparadora de elenco
  • Loja de Répteis (2014) – de Pedro Severien (PE)
  • Passageira S8º (2011) – de Bidu Queiroz (PE)
  • Dias (2001) – de Fernando Segtowick (PA)

 

TELEVISÃO

 

  • Onde Nascem os Fortes (2018) – Supersérie escrita por George Moura e Sérgio Goldenberg

     Direção Geral de José Luiz Villamarim e Luisa Lima (TV Globo RJ)

  • A Lama dos Dias (2018) – Seriado de Hilton Lacerda e Helder Aragão.

      Primeira temporada em 7 episódios (Canal Brasil, RJ)

  • Cidade Proibida (2017) – Minissérie de Mauricio Farias

      Participação especial no primeiro episódio (TV Globo RJ)

  • A Regra do Jogo (2015) – Dramaturgia de João Emanuel Carneiro
    Núcleo Amora Mautner (TV Globo RJ)

 

TEATRO

 

  • Todos Os Que Caem (2009) peça radiofônica – direção de Cristiane Paoli Quito
  • Ato Sem Palavras (2008) – direção de Cristiane Paoli Quito
  • pEsO (2007) – direção de Tica Lemos
  • A Vida Como Ela É (2006) – direção de Luiz Arthur Nunes
  • Desde Que o Samba É Samba (2006) – direção de Isabel Setti
  • Ricardo III (2005) – direção de Celso Frateschi
  • As Bruxas de Salem (2005) – direção de Bete Dorgan
  • A Frente Fria Que a Chuva Traz (2003) – direção de Mário Bortolotto
  • Dentes Guardados (2003) – direção de Mário Bortolotto
  • Miranda (2003) – direção de Vladimir Capella

 

PRÊMIOS E INDICAÇÕES

 

  • Melhor Atriz – Cine Fest RN 2018 (Açúcar)
  • Indicada ao prêmio de Melhor de Atriz – Festival de Aruanda 2017 (Açúcar)
  • Indicada ao prêmio de Melhor de Atriz – Festival do Rio 2017 (Açúcar)
  • Indicada a Melhor Atriz Coadjuvante – Grande Premio do Cinema Brasileiro 2017 (Boi Neon)
  • Indicada a Melhor Atriz Coadjuvante – Grande Premio do Cinema Brasileiro 2017 (Aquarius)
  • Indicada ao prêmio de Melhor de Atriz – Festival do Rio 2015 (Boi Neon)
  • Melhor Atriz – 47o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2014 (Estatua!)
  • Melhor Atriz – Curta Cinema Rio de Janeiro 2014 (Estatua!)
  • Melhor Atriz – BRAFFT 2014, Fest Brasileiro de Cinema em Toronto (Amor Plástico e Barulho)
  • Melhor Atriz – 46o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2013 (Amor Plástico e Barulho)
  • Melhor Atriz – 8o Festival Aruanda do Audiovisual Brasileiro, 2013 (Amor Plástico e Barulho)
  • Menção Honrosa – VI Janela Internacional de Cinema do Recife, 2013 (Amor Plástico e Barulho)
  • Melhor Atriz Coadjuvante – Liga dos Blogues Cinematográficos 2013 (O Som ao Redor)
  • Indicada ao prêmio de Melhor de Atriz – Festival do Rio 2012 (O Som ao Redor)
  • Indicada ao prêmio de Melhor de Atriz – Festival de Gramado 2012 (O Som ao Redor)

 

 

 

Silvia Cruz – Vitrine Filmes

 

 

Silvia Cruz é antes de tudo uma pioneira cuja iniciativa mudou todo um cenário. Fundadora da Vitrine Filmes, empresa dedica à distribuição de filmes, sobretudo brasileiros, ela se firmou no mercado como uma figura feminina de força e resistência. Fundada em 2010, a empresa já possui mais de 130 títulos de longa-metragem em seu catálogo e tem mais de 50 títulos já fechados para os próximos três anos. Filha de pai cinéfilo, ela cresceu se apaixonando por filmes e viu com a fundação da Vitrine, uma forma de valorizar o cinema nacional, com destaque para os filmes autorais. Seu posicionamento está diretamente ligado à potencialização da visibilidade de filmes nas salas de cinema pelo país. Do mesmo modo, é impossível distanciar a sua postura do caráter emergencial da necessidade de reforçarmos a presença de mulheres nas mais diversas frentes e ofícios dentro do audiovisual. A luta de Silvia,  luta essa que pertence a de todos nós, é também por fortalecer a perspectiva das mulheres no cinema. Ela ainda é presidente da ANDAI (Associação Nacional dos Distribuidores do Audiovisual Independente), associação que fundou em 2017. Formada em Administração de Empresas com Ênfase em Marketing pela ESPM, antes de fundar a Vitrine filmes passou por empresas como Pandora Filmes, Europa Filmes, pela produtora Coração da Selva e pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

Fundada em 2010 por Silvia Cruz, a Vitrine Filmes investe prioritariamente no crescimento e na valorização do cinema nacional. Nestes oito anos de atividade, levou aos cinemas mais de 130 filmes, dentre eles “O Som ao Redor” e “Aquarius”,  de Kleber Mendonça Filho, “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro, “Frances Ha”, de Noah Baumbach, “Branco Sai, Preto Fica”, de Adirley Queiroz, “O Filme da Minha Vida”, de Selton Mello e “O Processo”, de Maria Augusta Ramos.

Durante o ano de 2011, a distribuidora criou e consolidou o projeto de distribuição coletiva “Sessão Vitrine”, que lançou 12 filmes brasileiros em mais de dez capitais. Alguns dos filmes foram “Estrada Para Ythaca”, “Os Monstros”, “Os Residentes” e “Um Lugar ao Sol”. O projeto foi finalista do prêmio IBAC-Escola da Cidade e do Prêmio Faz Diferença, do jornal O Globo, e foi eleito o melhor evento cinematográfico do ano de 2011, pela Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro.

O projeto teve continuidade em 2013, quando a distribuidora lançou mais 12 filmes dentro da Sessão, incluindo “Doméstica”, de Gabriel Mascaro, e “Eles Voltam”, de Marcelo Lordello. Desde 2017, o projeto conta com o Patrocínio da Petrobras, e hoje está presente em 22 cidades do Brasil, lançando um filme por mês ao preço máximo de R$ 12,00. Os lançamentos mais recentes foram “Divinas Divas”, de Leandra Leal, “Baronesa”, de Juliana Antunes e “Unicórnio”, de Eduardo Nunes.

 

www.vitrinefilmes.com.br

 

CATÁLOGO VITRINE FILMES:

 

  • A Cidade Onde Envelheço
  • A Cidade é uma Só?
  • A Floresta de Jonathas
  • A Fuga da Mulher Gorila
  • A Luta do Século
  • A Nação que Não Esperou por Deus
  • A Vida Privada dos Hipopótamos
  • Alguma Coisa Assim
  • Além da Estrada
  • Animal Político
  • Aquarius
  • As Hiper Mulheres
  • Avanti Popolo
  • Avenida Brasília Formosa
  • Baronesa
  • Beira-mar
  • Benzinho
  • Branco sai, Preto Fica
  • Califórnia
  • Camocim
  • Castanha
  • Chantal Akerman, de cá
  • Cinema Novo
  • Corpo Delito
  • Corpo Elétrico
  • Crítico
  • Desassossego
  • Divinas Divas
  • Doce Amianto
  • Domésticas
  • Ela Volta na Quinta
  • Eles Voltam
  • Elon Não Acredita na Morte
  • Era o Hotel Cambridge
  • Esse Amor nos Consome
  • Estrada para Ythaca
  • Estrada Real da Cachaça
  • Eu não faço a menor ideia do que eu tô fazendo com a minha vida
  • Fala Comigo
  • Fome
  • Frances Ha
  • Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!
  • GAGA – o Amor pela Dança
  • Girimunho
  • Historietas Assombradas
  • Histórias que só Existem Quando Lembradas
  • Hoje Eu Quero Voltar Sozinho
  • Homem Comum
  • Invisível
  • JAUJA
  • Jonas e o Circo sem Lona
  • La Vida Útil – um conto de cinema
  • Las Acacias
  • Laura
  • Los Territorios
  • Mais Fortes que Bombas
  • Martírio
  • Mistress América
  • Morro do Céu
  • Muito Romântico
  • Mulher do Pai
  • Mãe Só Há Uma
  • Ninguém Está Olhando
  • No Lugar Errado
  • Nove Crônicas para um Coração aos Berros
  • Nós, Eles e Eu
  • O Abismo Prateado
  • O Céu Sobre os Ombros
  • O Filme da Minha Vida
  • O Futebol
  • O Ornitólogo
  • O Processo
  • O Silêncio do Céu
  • O Som ao Redor
  • O Último Cine Drive-In
  • Olho Nu
  • Os Dias com Ele
  • Os Monstros
  • Pacific
  • Para minha amada morta
  • Paraíso Perdido
  • Paulistas
  • Pela Janela
  • Pendular
  • Permanência
  • Quando Eu Era Vivo
  • Quase Samba
  • Redemoinho
  • Rifle
  • Satyrianas, 78 horas em 78 minutos
  • Severina
  • Sinfonia da Necrópole
  • Taego Ãwa
  • Terras
  • The Rover – A Caçada
  • Todos os Paulos do Mundo
  • Torquato Neto – Todas as Horas do Fim
  • Um Lugar ao Sol
  • Uma Longa Viagem
  • Uma Noite de 12 Anos
  • Unicórnio
  • Ventos de Agosto
  • Vermelho Russo
  • Vou Rifar Meu Coração
  • Waiting for B.
  • Zama

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Homenageadas da Curta Mostra Especial Gênero e Invenção: tornar-se mulher no cinema de curta-metragem contemporâneo

 

ABERTURA – 6 OUT – SÁB

 

Juliana Vicente – diretora e produtora

 

 

Juliana Vicente é diretora, produtora e fundadora da Preta Portê Filmes. Estudou Cinema na FAAP e na EICTV em Cuba, e foi convidada como diretora para participar do Berlinale Talents 2015. Dirigiu “Cores e Botas”, curta exibido em mais de 50 festivais no Brasil e no mundo, como o Festival de Havana (2010), Festival de Huelva (2011) e Festival de Brasília (2011). Dirigiu também o documentário “Leva”, uma coprodução com o Canal Futura, sobre o cotidiano de uma ocupação no centro de São Paulo, ganhador do New York Film Festivals (2012, Social Issues). Foi convidada para participar do programa internacional Why Poverty? com o documentário “Mauá: Luz ao Redor”, uma coprodução Brasil/África do Sul, exibido no TIFF, IDFA, entre outros, e distribuído em mais de 60 canais de televisão pelo mundo. Realizou o clipe “Mil Faces de Um Homem Leal – Mariguella”, dos Racionais MCs, vencedor do Clipe do Ano no VMB (MTV, 2012). Em 2014 estreou o documentário “Escola das Águas: o Desafio Pantaneiro”, e em 2015 o documentário “As Minas do Rap”, ambos em coprodução com o Canal Futura. Também em parceria com o Canal, lançou a série documental “Afronta!”, em 2017, disponível na TV Preta e Futura Play. Como diretora, no mesmo ano, realizou a 13a temporada da série “Espelho”, de Lázaro Ramos, exibida no Canal Brasil. Em 2016 foi contemplada com o edital Itaú Rumos para a realização do filme “Diálogos com Ruth de Souza”, atualmente em produção e desenvolve o roteiro de seu primeiro longa de ficção, “Cores de Maio”, contemplado no edital de Doctoring da Spcine e participante do BrLab 2017. Como produtora, realizou mais de 40 filmes entre curtas, médias e longas-metragens. Com mais de 100 prêmios nos principais festivais do mundo, em 2015 foi coprodutora de “A Terra e A Sombra”, ganhador do Cáméra D’Or no Festival de Cannes.

 

FILMOGRAFIA

  • Afronta! – 2017 – série documental
  • Espelho: 13ª Temporada – 2018 – série documental
  • Vaca Profana – 2017 – ficção
  • Farol Invisível – 2017 – documentário
  • Armazém do Limoeiro – 2016 – documentário 
  • As Minas do Rap – 2015 – documentário
  • A Terra e a Sombra – 2015 – longa – ficção
  • O Que Fica – ficção – 2014
  • Anna K – 2014 – longa – ficção
  • Escola das Águas: o desafio pantaneiro – 2014 – documentário 
  • O Olho e o Zarolho – ficção – 2013
  • Memória da Flor – 2012 – videoclipe
  • Mauá, Luz ao Redor – 2012 – documentário
  • Quem Tem Medo de Cris Negão – 2012 – curta – documentário
  • Pety Pode Tudo – ficção – 2012
  • KI – 2012 – documentário
  • Mil Faces de um Homem Leal (Marighella) – 2012 – videoclipe
  • Filme Para Poeta Cego – 2012 – documentário
  • Aquém das Nuvens – 2012 – curta – ficção 
  • Leva – 2011 – documentário
  • Retratos Brasileiros: Berta Zemel – 2011- documentário
  • Conversa de Bêbado – 2010 – videoclipe
  • Home Video – 2010 – curta – documentário
  • Pimenta – 2010 – ficção
  • Cores e Botas – 2010 – curta – ficção
  • Os Sapatos de Aristeu – 2009 – ficção
  • Eletrotorpe – 2009 – ficção
  • Casa – 2009 – experimental
  • Avós – 2007 – ficção
  • Tupã Baê – 2007 – ficção 

 

 

Yasmin Thayná – cineasta

 

 

Yasmin Thayná é cineasta e diretora formada pela Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Dirigiu “Kbela, o filme”, uma experiência sobre ser mulher e tornar-se negra, filme que passou em diversos festivais por todo o Brasil e lhe garantiu a participação na Sessão Black Rebels do Festival de Roterdã e no FESPACO, em Burkina Faso. Além disso, dirigiu ““Batalhas”, filme sobre o primeiro espetáculo de funk no Teatro Municipal do Rio de Janeiro as séries “Afrotranscendence”, sobre artistas negros brasileiros e “pretalab”, sobre mulheres negras que trabalham e pensam as tecnologias. Yasmin Thayná é fundadora da Afroflix, plataforma de distribuição de conteúdos audiovisuais produzidos por profissionais negros.

 

FILMOGRAFIA

 

  • Rios, Web Série, (2018)
  • Política: modo de fazer, Segunda temporada, Série de TV, (2018) (estreia em agosto, na globo news)
  • Fartura, Documentário,  (2018) (estreia em outubro/)
  • Trilogia do olhar, Videoarte, 2018
  • Mulher do fim do mundo, Videoclipe, 2018
  • Guia da periferia afetiva, (2011)
  • Vale longo, (2017)
  • Nada está fora do lugar, Experimental, (2017)
  • Preta Lab, Web Série Documental, (2017)
  • Barbeiragem, Documentário, (2017)
  • Batalhas, Documentário, (2016)
  • Afrotranscendence, Web Série Documental, (2016)
  • Programa Favela Criativa, Web Série Documental, (2016-2017)
  • KBELA, experimental, (2015)
  • Reconstrução, Videoarte, (2012)
  • Imagem eleita, Documentário, (2012)
  • Guia da Periferia afetiva, Videoarte (premiado como melhor roteiro no Apalpe, em 2010)
  • Frascos de perfume, Videoarte,  (2009)
  • Lembranças de minha avó, Documentário,  (2009)
  • Fim, Ficção,  (2008)
  • No ciclo eterno das mudáveis coisas, Ficção,  (2008)

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