Edina Fujii



Profissional do mercado cinematográfico desde os 18 anos, reconhecida e responsável por ações que revolucionaram a produção cinematográfica nacional, Edina Fujii foi convidada em 1982 a abrir a filial da Quanta Centro de Produção Cinematográfica em São Paulo, onde permaneceu como Gerente Geral até 2007, época em que houve a fusão entre as empresas Quanta, Motion e Estúdios, passando a se chamar Estúdios Quanta, quando assumiu o cargo de Diretora Comercial. Em julho de 2011desligou-se da empresa, dando início à Origami Cultural. Em 2013, inaugurou a FocoBR – Centro de Treinamento Audiovisual, em parceria com outros sócios, um sonho antigo de oferecer, no Brasil, qualificação técnica para a mão de obra cinematográfica.

Atuação visionária: Foi pioneira na criação de seminários e oficinas de especialização técnica dentro dos diversos f0estivais de cinema do Brasil. Criou contratos de comodato com universidades de todo o país, atualizando o parque de equipamentos e dando melhores condições de produção aos universitários. Criou também o Prêmio Quanta, com o concurso de roteiros, destinado ao fomento da produção local nas cidades em que eram realizados os Festivais. Fomentou direta ou indiretamente o investimento em mais de dois mil produtos audiovisuais brasileiros, entre documentários, longas e curtas-metragens.

 

Atuação política e cultural: Fundou a UNINFRA (União Nacional da Infraestrutura Cinematográfica), associação da qual é hoje Presidente.

Firmou Convênio com a ABD Nacional (Associação Brasileira de Documentaristas) em 1999 até 2004, que se fortaleceu e passou a atuar hoje em 27 capitais, fornecendo um desconto especial aos realizadores a fim de garantir a produção dos curtas-metragens e documentários nos diversos estados brasileiros.

Ajudou a formatar o projeto do Instituto do Audiovisual – Escola de Cinema Darcy Ribeiro, inaugurada em 2002 no Rio de Janeiro.

No Congresso Brasileiro de Cinema – CBC, atua já há 3 mandatos, e atualmente é Diretora Financeira no biênio 2011/2012.

Integrou o Conselho Superior de Cinema, do qual fez parte por dois mandatos como representante da infraestrutura até 2010.

Defendeu e propôs a inclusão do PRÓ-INFRA – Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Infraestrutura e do Audiovisual, criado pela Lei nº 11.437/2006, como um dos mecanismos de aplicação de recursos do FUNDO SETORIAL DO AUDIOVISUAL – FSA, que permite a ampliação e atualização de equipamentos modernos que acompanhem as mudanças tecnológicas em nível internacional.

Ajudou a desenvolver um modelo específico de crédito para o setor e iniciou, junto ao BNDES, uma campanha que defende a criação de uma carteira mais ampla de financiamento para o audiovisual – o PRO-CULT, criado em 2006.

Foi convidada a participar do Conselho Deliberativo da Cinemateca Brasileira, do qual faz parte, sendo eleita pelo 3º mandato consecutivo, assim como da Associação dos Amigos da Cinemateca, onde tem como meta a criação do Museu da Tecnologia do Cinema, com início das atividades previstas para este ano.

Participou da fundação e é membro efetivo do Conselho Deliberativo da Academia Brasileira de Cinema desde seu início, em 2002.

Em 2012, participou da Comissão de Seleção do Edital de Cinema do BNDES para documentários, curtas e longas-metragens e da Comissão de Seleção da Área “Festivais de Cinema” do Edital Petrobrás.


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