Helena Ignez



Helena Ignez, com mais de 50 anos de produção nos vários campos das artes cênicas e cinematográficas, já foi homenageada na Ásia e na Europa. A exemplo, como no 20º Fribourg International Film Festival, na Suíça, com a Mostra “La Femme du Bandit” com 25 de seus filmes, no 17º Festival of Kerala, na Índia, com a exibição de 6 filmes em que trabalhou como atriz ou diretora, e foi também a homenageada de 2017 do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Helena Ignez fez seu primeiro filme com Glauber Rocha, atuando em “Pátio”, de 1959. Fez inúmeros filmes do Cinema Novo, como “A Grande Feira”, “O Grito da Terra”, “O Assalto ao Trem Pagador” e “O Padre e a Moça”. Começou sua parceria criativa com Rogério Sganzerla em 1968 e atuou em quase todos os seus filmes. Helena dirigiu os filmes “Reinvenção da Rua”, “A Miss e o Dinossauro – Bastidores da Belair”, “Canção de Baal”, “Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha”, “Feio, Eu?”, “Poder dos Afetos” (selecionado para o 67º Festival del film Locarno em 2014), “Ossos”, “Ralé” (exibido no 34º Filmfest Munchen em 2016) e “A Moça do Calendário”, roteiro original de Rogério Sganzerla, lançado nos cinemas no segundo semestre de 2018 após ser exibido e premiado em festivais. Seu último longa-metragem é o documentário “Fakir”.

Biografia com informações de atriz em Teatro: Helena Ignez começou no teatro em 1960 em Salvador na antológica montagem de A Ópera dos Três Tostões de Bertolt Brecht dirigida por Martim Gonçalves com cenários de Lina Bo Bardi, com Eugenio Kusnet como protagonista. Trabalhou como atriz com alguns dos mais importantes diretores como Judith Malina, Ziembinski, Antônio Abujamra. Atuou em Os Sete Afluentes do Rio Ota, direção de Monique Gardenberg. Atuou em Vestido de Noiva e Pessoas Sublimes, em 2016, com Os Satyros, direção de Rodolfo Vázquez. Dirigiu Savannah Bay de Marguerite Duras e Cabaret Rimbaud – Uma Temporada no Inferno de sua autoria para o Festival de Artes em Barcelona. Em cinema dirigiu, entre outros filmes, Canção de Baal, vencedor do Prêmio de Melhor Filme pelo Júri da Crítica no Festival de Gramado 2009; Luz nas Trevas, Prêmio da Crítica Boccalino d’Oro de Melhor Filme no Festival de Cinema de Locarno e Ralé, vencedor do prêmio Melhor Direção no 23º Festival Mix Brasil em 2016. Seu último filme A Moça do Calendário, roteiro original de Rogério Sganzerla, recebeu o Grande Prêmio Femina Competição Nacional no Femina – Festival Internacional de Cinema Feminino e recebeu os Prêmios do Público e Melhor Ator para André Guerreiro Lopes no 21º Festival de Cinema Luso Brasileiro de Santa Maria da Feira. Helena recebeu homenagens em festivais como no 20º Fribourg International Film Festival, na Suíça, com a Mostra La Femme du Bandit, no 17º Kerala International Film Festival, na Índia, além de ter sido a homenageada de 2017 do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.

Filmografia

Fakir (Helena Ignez, 2019 )
A Moça do Calendário (Helena Ignez, 2017)
Ralé (Helena Ignez, 2015)
Ossos (Helena Ignez, 2014)
Poder dos Afetos (Helena Ignez, 2013)
Feio, Eu? (Helena Ignez, 2013)
Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha (Helena Ignez, Ícaro C. Martins, 2010)
Canção de Baal (Helena Ignez, 2008)
A Miss e o Dinossauro – Bastidores da Belair 2005 (Helena Ignez, 2005)
Reinvenção da Rua (Helena Ignez, 2003)


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