Telephone Colorido

Fundada em 1997 por Grilo e Ricardo Brandão, logo se tornou um coletivo integrado por Fernando Peres, Jura Capela e Ernesto Teodósio. Outros amigos estavam sempre presentes e que foram de fundamental influência para a realização de nossa extensa obra, foram Raoni Valle, Lourival Cuquinha, Juliana Freitas, Lia Letícia, entre outros. Da safra de filmes ficcionais, podemos citar Resgate Cultural, José Roberto, o funcionário Público Telepata, Shift 3#, Destruindo o Monolito, Samba do Criolo Doido e vários outros.
Apesar de ser mais conhecida como uma produtora de filmes iconoclastas e transgressores da linguagem ficcional audiovisual, grande parte dos produtos realizados pelo coletivo tem uma ligação direta com direitos humanos, causas indígenas e pesquisa etnográfica em parcerias com diversas organizações como o Centro Josué de Castro, CIMI, Comissão Pastoral da Terra, OPIM, Comunidades Xucuru do Ororubá e Kambiwá. Destas parcerias surgiram os documentários No Oco da Serra Negra, A Figueira do Inferno, O Dia em que a Roda Grande Passou por Dentro da Roda Pequena, Engenho Prado: Guerra de Baixa Intensidade na Mata Norte de Pernambuco, Engenho Prado 2: Terra de Satã, Yandé Anama Mura e Kambiwá-Lua dos Praiás.