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Selecionados oficinas

 

Oficina: Animação para adolescentes

Ministrantes: Alexandre Eschenbach e Andrea Nero
7 a 10 outubro – 14h às 18h
Sala de Ação Educativa – Centro Cultural UFG
Carga horária: 16h/aula
Público-alvo: adolescentes de 12 a 18 anos
Capacidade: 15 alunos

Ementa
A oficina propõe que cada aluno se inicie como um animador, ou seja, um realizador. A ideia é acessar o mundo da fantasia, usando o mundo real para criar histórias de forma interativa e divertida. Para isso, um conjunto de ações práticas e de informação integram educação, comunicação e tecnologia, a fim de criar uma atmosfera mágica capaz de despertar um novo olhar sobre o mundo que nos rodeia e sobre o que somos capazes de realizar.
Vários tipos de animação serão apresentadas e algumas, experimentadas. Ao final da oficina será desenvolvido um roteiro e produzido um vídeo de Stop Motion com o uso de smartphones. Os exercícios e os vídeos produzidos ficarão no Youtube para que todos os participantes possam baixar o resultado de todo o trabalho, além de curtir e compartilhar.

 

Aula 1: Pixelation
- O início do cinema e da animação
- Cenas de filmes de George Melies, trechos do filme “Hugo Cabret”
- As primeiras animações feitas no mundo
- O funcionamento de um zootrópio
- O Roteiro - usando como exemplo os filmes ou trechos de filmes

Exercício Prático
Tema: Mágica
Animação em "pixilation" com toda a classe usando a câmera fotográfica do celular.
Pixelation é uma técnica de Stop Motion. São quadros de animação estáticos em sequência, onde os protagonistas são os atores e os seres não animados.
Stop Motion é a técnica de captura, quadro a quadro, com fotos, os movimentos de um objeto qualquer ou pessoas que vai sendo modificado, e utiliza objetos que são imóveis, como bonecos de madeira ou de massinha, móveis, latas, lápis, caixas, cadeiras e até pessoas.

 


Aula 2: Flipbook
- Apresentar vários tipos de animação e making offs.
- Mostrar o processo de animação através de curtas e trechos de filmes.
- Roteiro - usando como exemplo os vídeos ou curtas.

Exercício Prático
Fazer um flipbook simples (bolinha pulando ou boneco de palito).
Flipbook é uma coleção de imagens organizadas sequencialmente, em geral no formato de um livreto para ser folheado dando impressão de movimento criando uma sequência animada sem a ajuda de uma máquina.
Não é necessário saber desenhar.

 


Aula 3: Roteiro
- O que é : storyline, sinopse, argumento, decupagem e storyboard.
- Em grupo: Pensar e escrever um breve roteiro do filme que realizaremos no último dia da oficina.

Exercício Prático:
Decupagem e formatação do roteiro, o Storyboard.
Storyboard é formado pela descrição das cenas com personagens e cenários organizados na sequência da história, com descrições verbais da cena, com marcação dos personagens e tempo da cena.

 


Aula 4: Filmagem
- Gravação das animações.
- Finalização do filme.

Exercício Prático
Fazer um filme em Stop Motion, usando a técnica de pixilation, composto apenas por imagens fotográficas em sequência.
Os alunos participarão de todo o processo e serão eles próprios atores do filme.

 

 

Oficina: Documentário e a história que se quer contar

Ministrantes: Marcelo Pedroso e Mariana Lacerda
7 a 9 de outubro - 10h às 13h
Sala de Ação Educativa – CCUFG
Carga horária: 9h/aula
Público-alvo: estudantes, pesquisadores, profissionais do audiovisual
Capacidade: 20 alunos

Ementa
A oficina se estrutura a partir das noções de produção de documentários à luz do entendimento de o que é o contemporâneo.

O conteúdo a ser ministrado liga-se à noção do fazer audiovisual enquanto arma e dispositivo para se pensar e se posicionar em relação ao contemporâneo. Por isso mesmo, a oficina perpassa ideias para entender questões sobre memória, política, resistência, velocidades, existências e movências, para alcançar o desejo de se narrar histórias tendo como linguagem o filme.

Aulas expositivas (exibição de filmes) em torno dos tópicos apresentados, eventual leitura de textos e desvios propostos pelos participantes devem compor os três encontros da oficina.

Aula 1: Documentário à luz do que é o contemporâneo;
Aula 2: Documentário e verdade (desconstrução);
Aula 3: Documentário e resistência.

 

 

Oficina: Som e Trilha Sonora – Limites e Interseções


Ministrantes: Coletivo O Grivo (Marcos Moreira e Nelson Soares)
7 a 9 de outubro - 9h às 13h
Sesc Goiás
Carga horária: 12 h/aula
Público-alvo: pessoas interessadas em música ou cinema. Sem pré-requisito.
Capacidade: 20 alunos

Ementa
Por meio da apreciação de alguns trabalhos audiovisuais (filmes, instalações, instalações sonoras e vídeos) de autoria própria e de outros autores, a oficina pretende discutir a função e as diferentes formas de utilização do som direto (e de sons gravados nos mais diversos ambientes) na construção de um diálogo com a trilha sonora. Pretende também discutir possibilidades diversas de comunicação da trilha e do som direto com os conceitos e parâmetros formais articulados nestas mesmas obras.
As perspectivas e funções estéticas adquiridas pelo som direto, ou atribuídas a ele, no processo de mixagem dos trabalhos audiovisuais também serão discutidas. A oficina abordará ainda alguns parâmetros que permeiam o uso da música em diálogo profundo com som direto em alguns filmes e projetos audiovisuais.

Exercícios básicos de articulação de sons e músicas em alguns projetos audiovisuais previamente selecionados constam do programa:

Aula 1
Assistir filmes de artistas e cineastas, curtas ou trechos que tenham importância para O Grivo, para que possamos fazer uma análise detalhada do encadeamento sonoro (música e som direto) e depois discutir os vários procedimentos da montagem de som.

Aula 2
Assistir filmes cuja captação tenha sido realizada pelo coletivo, montagem de som e trilha sonora: Cao Guimarães, Rivane Newenshwander, do coletivo Teia, entre outros. Vamos abordar a diversidade de procedimentos e algumas possibilidades de construção sonora a partir de uma ideia formal. Aproximando, desta maneira a montagem dos sons a uma composição musical.

Aula 3
Experimentação de trilha sonora para algumas imagens com computadores, buscando aplicar, na prática, conceitos e ideias discutidas nos dias anteriores, além de mostrar algumas possibilidades de manipulação da trilha sonora em tempo real.