Publicado em: 08/10/2015 13:02 por Icumam
Oficinas gratuitas seguem até próximo sábado
De que forma o documentário se torna uma ferramenta de resistência diantes dos poderes. Esta é uma das principais reflexões propostas pelos cineastas Marcelo Pedroso e Mariana Lacerda...

De que forma o documentário se torna uma ferramenta de resistência diantes dos poderes. Esta é uma das principais reflexões propostas pelos cineastas Marcelo Pedroso e Mariana Lacerda, na oficina Documentário e a história que se quer contar, realizada no Centro Cultural UFG, como parte da programação formativa da 15ª Goiânia Mostra Curtas.

Dedicada a adolescentes, a oficina de animação busca oferecer um conteúdo histórico, mostrar como a animação surgiu, bem como compartilhar obras marcantes pela ousadia, ao longo dos tempos. "A ideia é ter muita informação, mas ser bem produtivo", comenta o ministrante Alexandre Eschenbach. Juntamente com Andrea Nero, ele conduz os trabalhos, usando fotos de celular e a técnica de Pixelation.

"A trilha sonora é a temperatura do filme". É o que diz Marcos Moreira, um dos integrantes de O Grivo, que tem contribuições em vários filmes da Goiânia Mostra Curtas. Para a oficina Som e trilha: limites e interseções, o coletivo quer mostrar a diversidade de possibilidades neste campo de atuação do audiovisual. "A trilha sonora não tem uma fórmula estática", afirma o artista sonoro-visual, considerando a tecnologia acessível.

A programação de oficinas gratuitas continua até o dia 10 de outubro. As vagas já foram ocupadas, por meio de processo seletivo realizado nos meses anteriores ao festival.