23 A 28 DE NOVEMBRO - 2021

GOIÂNIA - GOIÁS - BRASIL

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Encerramento


HOMENAGEADA (In memoriam): Adriana Rodrigues 

Cineasta

Adriana Rodrigues, 48, cineasta goiana premiada, ativista cultural, protetora dos animais, pessoa de pensamento firme. Graduada em cinema e psicologia pela New York University, produziu e dirigiu documentários próprios e viajou o mundo. De volta a Goiânia, fundou a Flô Projetos e participou de várias obras audiovisuais como autora, roteirista, diretora e produtora – escreveu e dirigiu os curtas “Gertrudes e seu Homem” (2011), “A Pedra” (2014), o documentário “Benzeduras” (2008), e assinou a produção executiva de “Dias Vazio” (2019) de Robney Bruno. Adriana deixa um legado de impecável senso de justiça, amizade verdadeira e humanidade. Sua doçura e bons exemplos já nos fazem grande falta.

 

Adriana Rodrigues, 48 anos, nascida em Ipameri, Goiás.

Mulher gigante!

Sua mãe, dona Bezinha, queria que ela estudasse medicina, mas Adriana queria ser publicitária. Acabou se graduando em cinema e psicologia pela New York University. Viajou o mundo e anos depois voltou para Goiânia e fundou a Flô Projetos. Em 2009 sua empresa foi classificada regionalmente no Prêmio Rodrigo Melo Franco Andrade, categoria Salvaguarda de Bens Imateriais, com o título “Benzeduras”. Em 2012 Adriana foi diplomada como Destaque Cultural do Ano pelo Conselho Estadual de Cultura – onde atuou de 2008 a 2011.

Adriana trabalhou em várias produções audiovisuais desde os anos 90. Escreveu e dirigiu os curtas “Gertrudes e seu Homem” (2011), “A Pedra” (2014) e o documentário “Benzeduras” (2008). Em “Dias Vazios” (2019) de Robney Bruno, foi produtora executiva. Atualmente empenhava-se no projeto “Sal a Gosto”, pelo edital PRODAV TVs Públicas, Ancine 2018.

Mulher interessante, sensível e corajosa. Firme senso de justiça. Ativista cultural, protetora das artes e artistas em geral. Preocupada com a manutenção do Art Déco do centro de Goiânia e com a descaracterização urbanística do Setor Sul. Lutava pelo cinema do cerrado com um olhar estético contemporâneo e muito próprio.

Adriana foi mãe e anjo da guarda de muitos bichos que pessoalmente cuidou, encaminhou e adotou. Mulher firme com as indiferenças, apoiou, arrecadou e trabalhou para ajudar gente ignorada por aí. Humor equilibrado com elegante acidez, Adriana era uma amiga sem rodeios. Sábia conselheira!

Mulher forte, suportou anos de falência renal e superou o transplante do Zé Nefrinho, como ela dizia, e que nos deu mais 14 anos de Adriana. Combatendo um câncer, Adriana foi mais uma vítima do Covid-19.

Sentimos muito a sua falta, ao tempo que festejamos o seu legado de “um mundo melhor”. De mãos dadas, ficaremos bem com os seus exemplos e conquistas.

“Não adianta nem tentar te esquecer

Durante muito tempo em nossa vida, você vai viver

E a toda hora você vai estar presente

Você vai ver”

Obrigado por tudo, Adriana!

 

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