23 A 28 DE NOVEMBRO - 2021

GOIÂNIA - GOIÁS - BRASIL

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História


A Goiânia Mostra Curtas completa duas décadas de realização. Ao longo de todo esse tempo, o festival veio se construindo e consolidando no mercado audiovisual, como um dos eventos que mais contribui para formação, capacitação e desenvolvimento da área, tanto no Centro-Oeste, como em todo o Brasil.

De 2001 para cá, cerca de 290 mil pessoas participaram do evento e mais de 2 mil filmes foram exibidos. O festival também realizou 68 oficinas, 17 painéis, 48 debates, 58 encontros, e teve 105 homenageados. E nas últimas edições inovou com a Feira Audiovisual, para as atividades de formação.

A programação sempre traz mostras permanentes: Curta Mostra Brasil Curta Mostra Animação, Curta Mostra Goiás, e Mostrinha. São livres, sem um tema específico, assim como o festival como um todo, abraçando todos os gêneros, formatos e pautas. E a cada ano também apresenta a Curta Mostra Especial, com uma temática específica.

Ao logo dos anos, a Goiânia Mostra Curtas desenvolveu cartazes evidenciando o trabalho de artistas e ilustradores goianos, com a arte representando mensagens associadas à cultura e ao audiovisual. A exposição virtual com cartazes desde a 1ª edição, está disponível para visualização.

O evento é realizado pelo Icumam Cultural e Instituto, que busca anualmente parceiros que compreendam a importância do festival nos contextos local e nacional, como empresas, governos e outras organizações sociais sensíveis à causa da democratização audiovisual, qualificação profissional, fomento à produção e à formação de público para o cinema nacional.

 

Confira como foi essa trajetória ano a ano:

 

2001

A primeira edição da Goiânia Mostra Curtas foi no Cine Lumière do Shopping Bougainville, em um momento importante de reestruturação da política de produção cinematográfica no Brasil. A capital de Goiás entrava para o circuito de festivais, abrindo oportunidades de intercâmbio entre profissionais locais e cineastas de todo o País, tanto em exibição de filmes, como em atividades de formação.

A mostra exibiu curtas de 26 estados, trazendo para Goiás produtores, diretores, atores, personalidades e autoridades e teve a consultoria dos cineastas João Batista de Andrade, Leopoldo Nunes e Eduardo Antônio de Souza Benfica. A programação foi aberta com o show de Cida Morreira e seguiu com oficinas que tiveram orientação de Suzana Amaral, Newton Cannito e Ana Rita Nemer. E o público pode conferir projeções de curtas nas praças dos bairros da cidade.

 

2002

Em seu segundo ano, o festival praticamente dobrou o número de espectadores e de filmes convidados, com um panorama completo do cinema em curta-metragem produzido no Brasil. A programação mantinha mostras dedicadas à produção nacional, regional e abria as portas também para os filmes rodados fora das capitais, para o público infantil e facilitava o acesso à programação principal, com reprises dedicadas às redes públicas de ensino, além de exibições em praça pública, e em bairros periféricos da cidade.

A edição trouxe três mostras competitivas: Mostra Brasil, Mostra Goiás e Mostra Municípios. E não-competitivas, como a Mostra Mulheres, com curtas realizados por mulheres diretoras com foco no olhar feminino nas produções, e que homenageou as cineastas brasileiras que iniciaram a carreira como curta-metragista: Ana Maria Magalhães, Ana Muylaet, Carla Camurati, Laís Bodanzky, Malu de Martino, Olga Futemma, Suzana Amaral e Tata Amaral. As outras duas mostras não-competitivas foram Mostra Homenageia Jorge Furtado; e Mostrinha, dedicada a formação do público infantil.

 

2003

Na terceira edição, a Goiânia Mostra Curtas foi para o Teatro Goiânia, no centro da cidade, numa manifestação em favor da memória e pela revitalização da arquitetura art déco da capital goiana. Na abertura foi exibido um videoclipe em homenagem ao art déco e aos 70 anos de Goiânia. Naquele ano, o programa ganhou mostras especiais seguidas de debates (Mostra Melhor Idade, Mostra Terror, Mostra República no Cinema).

A programação incluiu ainda oficinas, debates, encontros, lançamento de livro e homenagens. A proposta do festival foi levar o público a uma reflexão sobre a insustentável sobrevivência de uma sociedade sem referências, sem patrimônio, sem lembranças, tendo em vista que a memória sempre foi um dos recursos mais inspiradores do cinema. Os homenageados do festival foram o Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo, Assunção Fernandes, Idéia Produções, Luis Eduardo Jorge, Eudaldo Guimarães, Lourival Batista Pereira e os 30 anos da Associação Brasileira de Documentaristas (ABD).

 

2004

O fôlego característico da produção de audiovisual no Brasil e sua capacidade de articulação de ideias inspiraram o tema “animação” da 4ª Goiânia Mostra Curtas, com a curadoria da produtora Mayra Lucas. Desde a abertura, passando pelas apresentações, exibição de filmes, atividades do festival, como oficinas, debate, seminário e encontros, tudo girou em torno da temática. Naquele momento, os grupos de animadores se organizaram em todo País, num movimento que abriu oportunidades concretas para a produção efetiva, formação de público e geração de renda.

Com isso, o Centro-Oeste iniciou sua cooperação na rede, criando o Núcleo de Animadores de Goiás (NAG). A homenageada foi a nossa querida Fifi Cunha, produtora cultural e co-fundadora da Goiânia Mostra Curtas e do Icumam, que sempre se dedicou à discussão de políticas públicas para a democratização e fomento da produção audiovisual no Brasil. Quanta, Labocine, Entertainment Imaging, Telemage, Estúdios Mega, Ministério da Cultura Funarte e Cara Vídeo também receberam as homenagens da edição. A programação trouxe as já tradicionais Mostra Brasil, Mostra Goiás, Mostra Municípios, 3ª Mostrinha e Mostra Cinema nos Bairros. Naquele ano, o público marcou presença no Teatro Goiânia para conferir os 115 curtas-metragens, produzidos em 19 estados do País.

 

2005

Neste ano, o festival seguiu a missão de capacitar profissionais e formar público, e o resultado foi a presença de visitantes mais diversificados. Além das mostras competitivas: Mostra Brasil, Mostra Municípios e Mostra Goiás; teve, ainda, as não-competitivas: Mostra Anima Mundi, Mostra Revelando os Brasis, 4ª Mostrinha e Mostra Cinema nos Bairros. A edição homenageou o jornalista, diretor, roteirista e pesquisador em cinema, Beto Leão; o escritor, cineasta João Batista de Andrade; e o Festival Internacional de Animação do Brasil – Anima Mundi.

O tema da edição foi Cultura Popular, com a curadoria de Karla Holanda. A observação das manifestações populares e saberes tradicionais, sua riqueza e simplicidade, nos ensina sobre cooperação, diálogo e tolerância diante do outro – aquele que é diferente! E isso é resultado da convivência com a diversidade, poderoso instrumento de construção da Paz e coesão social. Na abertura teve a apresentação do projeto Revelando os Brasis e da Congada Irmandade 13 maio.

 

2006

O ano foi dedicado ao Cinema Experimental Brasileiro, ousado, criativo, inspirador e renovador de estéticas, com a curadoria de Tetê Mattos. O recorde de filmes inscritos para a mostra competitiva foi batido e a curadoria chegou a avaliar 590 curtas-metragens de 24 Estados. O festival homenageou os cineastas Joel Pizzini, Edgar Navarro e Leopoldo Nunes; ao pesquisador Eduardo Benfica; e à Mostra de Cinema de Tiradentes. A edição foi elogiada pela imprensa nacional que o destacou como um dos eventos mais importantes do Brasil, sem dever absolutamente nada a outros festivais maiores ou mais tradicionais.

Mais uma vez os participantes puderam ter a experiência de estar com profissionais renomados no cenário audiovisual. O cineasta, fotógrafo e produtor de cinema Christian Saghaard e o músico, ator, produtor, diretor André Abujamra e o cineasta José Eduardo Belmonte ministraram oficinas. A programação seguiu ainda com debates, palestras e encontros.

 

2007

Na 7ª edição, o cinema Documentário foi o tema escolhido para pautar as diversas atividades da programação da Goiânia Mostra Curtas, e possibilitou reunir grandes representantes do cinema nacional, como Carlos Alberto Mottos, Evaldo Mocarzel e Vladimir Carvalho. Estes dois últimos ao lado do também cineasta Orlando Sena, na época secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, e Salma Saddi, que estava até então à frente da superintendência do Iphan, foram os homenageados do festival.

Nesse ano, a curadora da Curta Mostra Documentário foi Tetê Mattos, que mostrou algumas das variadas tendências deste campo privilegiado de representação do real. Os materiais exibidos apresentaram uma riqueza de olhares, tanto no tema quanto na abordagem estética, mostrando que este formato é um campo que sempre se atualiza e se reinventa. A programação gratuita trouxe mostras competitivas e não-competitivas, oficinas, debates, lançamento literário e seminários

 

2008

A oitava edição da Goiânia Mostra Curtas deu espaço à videoarte brasileira, que foi tema da Mostra Especial, debate e oficina. A Curta Mostra Videoarte, com a curadoria de Tetê Mattos, destacou o diálogo do audiovisual com as artes plásticas no Brasil, exibindo curtas experimentais, feitos por artistas que se utilizam da tecnologia do vídeo nas artes visuais, e sobre artistas. A abertura teve a performance audiovisual ljasò – KarajazZ.

A programação seguiu com encontros e seminários. O autor de quadrinhos, cartunista e diretor de animação, Allan Sieber, lançou, na ocasião, o livro “Mais Preto no Branco”. Os homenageados da edição foram o videodesigner Carlos Magno Rodrigues, o cineasta Antonio Carlos da Fontoura, Vitória Cine Vídeo e Canal Brasil.

 

2009

Nesta edição, o festival foi realizado no Teatro Madre Esperança Garrido, do Colégio Santo Agostinho, por causa da reforma no Teatro Goiânia. O festival trouxe como tema as Mídias Portáteis, incluindo na programação a oficina de vídeo de bolso, realizada por Nacho Durán; debates sobre novos formatos de distribuição; e retrospectiva das três primeiras edições do Vivo arte.  Para isso, a curadoria foi de Francisco Cesar Filho, o Chiquinho; e colaboração de Lucas Bambozzi, um dos homenageados daquele ano.

Entre os homenageados estavam também o cineasta Gustavo Spolidoro, Vivo Arte (Festival Internacional de Artes em Mídias Móveis) e Revista Cinema. Com o público cada vez mais participativo, o voto popular da Mostrinha e da Curta Mostra Cinema nos Bairros foi estendido às demais sessões competitivas do festival, passando a oferecer um prêmio extra na Curta Mostra Brasil, Curta Mostra Municípios e Curta Mostra Goiás. A edição contou também com o Pocket show de André Abujamra.

 

2010

A edição comemorativa dos 10 anos de festival celebrou as conquistas para o audiovisual brasileiro e goiano. O tema esteve também na Mostra Especial, com a curadoria Francisco Cesar Filho, diretor, produtora, roteirista, além de criador e organizador da Mostra Audiovisual Paulista. Foi um ano de consolidação da Goiânia Mostra Curtas pelo pioneirismo, que colocou a capital de Goiás no circuito de festivais brasileiros.

Na abertura, o público assistiu ao show de Jorge Mautner. A homenagem do festival foi a grandes nomes e iniciativas do cinema nacional: os cineastas Kleber Mendonça Filho e Cao Guimarães; as produtoras cinematográficas Fifi Cunha (in memorian) e Assunção Hernandes; a empresária Edina Fujii, os dez anos do Fórum dos Festivais e o Centro Técnico Audiovisual (CTAv/ MinC) – foram homenageados na edição.

2011

Amadurecido em seu programa de qualificação profissional, a Goiânia Mostra Curtas estreitou relações importantes com universidades. A diversidade sexual foi o tema da Mostra Especial, oportunidade para o claro posicionamento do festival em favor dos direitos sociais. Com o tema “Os devassos chegam ao paraíso”, o público conferiu um panorama dos mais significativos filmes de curta metragem que discutem as humanidades e os diretos sociais pelo viés da homossexualidade. A apresentadora oficial da Mostra foi Elke Maravilha.

A edição foi aberta com o show A Dama Indigna, com a cantora Cida Moreira. A consultoria foi da ativista dos direitos sociais LGBT, Suzy Capó, que também foi uma das homenageadas ao lado do cineasta Francisco Cesar Filho, e do representante da nova geração realizadora do cinema LGBT no Brasil e também cineasta, Daniel Ribeiro. A curadoria ficou a cargo de Beth Sá Freire e Rafael Sampaio. De volta ao Teatro Goiânia, o festival comemorou a presença do público que ocupou inclusive as sessões vespertinas. A programação teve ainda a primeira edição do Diálogos do Audiovisual no Centro-Oeste, iniciativa do Ministério da Cultura.

 

2012

A 12ª edição teve como foco a personalidade feminina nas imagens do Brasil atual e possibilitou homenagear e reunir cineastas e profissionais de quilate para a cinematografia brasileira, e tantas mulheres e homens do cinema que estiveram durante toda a mostra. Foi o momento de reafirmar o compromisso com a valorização e difusão de tantos “Brasis” que vieram, vêm e virão à tona na tela grande do festival, em todos os gêneros e formatos, sem hierarquias. As homenageadas foram a produtora Sara Silveira e a atriz Leila Diniz (in memoriam).

Nesse sentindo, a Mostra Especial teve as mulheres como eixo temático, sob a curadoria de Francisco Cesar Filho e Moema Muller. Oficinas, seminário, palestra e encontros estiveram tradicionalmente na programação. O destaque deste ano foi para o Encontro Ancine, em que entidades, produtores e realizadores tiveram a oportunidade de se reunir com o então diretor-presidente da Agência, Manoel Rangel, para uma conversa sobre perspectivas no audiovisual. Na abertura do festival, o pocket show de Thiago Pethit, acompanhado pela pianista Camila Lory encantou o público.

 

2013

Em 2013, a Goiânia Mostra Curtas somou à sua programação a primeira edição do Icumam Lab – Laboratório de Fomento à Produção Audiovisual no Centro-Oeste – alinhado às necessidades cada vez mais latentes no segmento audiovisual, para oferecer aos profissionais da região mais um propulsor da atividade audiovisual e da economia criativa. Sempre em consonância com os movimentos e fluxos atuais, oficinas, encontros, debate e palestras, complementaram a programação que começou com o pocket show de Karina Buhr.

A edição reuniu 90 obras selecionadas, dos 724 filmes inscritos de vários estados brasileiros, o que surpreendeu a produção do festival. Neste ano, a Mostra Especial exibiu curtas relacionados ao futebol, tema que esteve presente em mostras, oficinas, palestra, debates e encontros. A curadoria ficou a cargo de Antônio Leal. A edição homenageou a diretora e roteirista Ana Luíza Azevedo, a Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas Metragistas (ABD Nacional), e o Canal 100. Os eventos foram realizados tanto no Teatro Goiânia, como em outros pontos da cidade, como hotel e centros culturais.

 

2014

A 14ª edição teve recorde de filmes inscritos, totalizando 960 filmes de 24 estados brasileiros mais o Distrito Federal, que comprovaram a vigorosa produção, com produções de alta qualidade e diversas linguagens, que já estão no circuito brasileiro e internacional de festivais. Somando às mostras, o festival reiterou a necessidade de promover o diálogo e as atuais discussões sobre o audiovisual brasileiro. A edição teve na programação o pocket show com Eduardo Dussek.

Nas mostras, debates, encontros, oficinas e palestras foram discutidas questões relacionadas às políticas públicas, mercado x academia, e regionalização do audiovisual. A Mostra Especial dessa edição teve como tema o “Brasil 1980: Revolução Criativa na TV Independente”, com obras de artistas da “geração do vídeo independente brasileiro”, que surgiu naquele ano. A curadoria foi de Francisco Cesar Filho e Rafael Sampaio. As homenagens foram ao diretor de cinema e publicidade, apresentador de televisão, fotógrafo, artista visual, poeta, designer gráfico e videoartista, Tadeu Jungle; e o apresentador e artista midiático, Marcelo Tas.

 

2015

Para celebrar os 15 anos, a Goiânia Mostra Curtas trouxe a cidade para a pauta do festival. O audiovisual inspirado na observação do ambiente urbano transformado pelo “desenvolvimento” estimulou a realização da Mostra Especial “Imagens insurgentes: a cidade que emana de coletivos”, que teve curadoria de Marcelo Pedroso e Mariana Lacerda. O debate provocado pela mostra trouxe a Goiânia a jornalista criadora do projeto Cidade para Pessoas, Natália Garcia.

A programação teve também oficinas, debate, curso de formação profissional, mesa redonda e o pocket show do músico pernambucano, Johnny Hooker. Entre os homenageados do festival, estavam padre Sérgio Bernadonni, fundador da Caravídeo, que teve uma contribuição relevante para a cultura do Estado; a atriz Gilda Nomacce, que até então havia atuado em mais de 15 peças e 50 filmes; e Ceicine – Coletivo de Cinema de Ceilândia.

 

2016

Neste ano, foram cinco mostras, sendo quatro competitivas: Curta Mostra Brasil, Curta Mostra Goiás, Curta Mostra Municípios e 15ª Mostrinha, e uma especial, com a temática neste ano dedicado ao Cinema Negro Brasil Contemporâneo, com a curadoria da produtora cultural, cineasta, curadora audiovisual e analista de projetos, Flavia Cândida. A GMC recebeu mais de 1.400 inscrições de filmes de 23 estados brasileiros, tendo maior participação de São Paulo, e Rio de Janeiro e Goiás.

Durante os dias de evento, mais de 10 mil pessoas passaram pelo Teatro Goiânia. Foram lançados, ainda, cinco livros voltados ao audiovisual. Tradicionalmente gratuita, a programação foi aberta com as homenagens ao ator Irandhir Santos e ao diretor, ator e roteirista Zózimo Bulbul (in memoriam). O público conferiu também o pocket show com Jards Macalé. A diretora e realizadora negra em longa-metragem nos anos 1980, Adelia Sampaio, também foi homenageada, assim como as atrizes Chica Xavier e Ruth de Souza (Damas Negras) pelo festival. Além disso, os participantes marcaram presença em oficinas, debates, encontros, seminários, laboratórios, palestras.

 

2017

Na 17ª edição, mais do que as seções de cinema, foram realizadas atividades formativas variadas, com nomes consagrados do cinema nacional. Quatro oficinas, quatro encontros com realizadores, cinco consultorias de roteiros, uma palestra, uma mesa-redonda e dois debates fizeram parte da programação. O ano também serviu de palco para dois lançamentos literários.

Foram exibidas 90 obras, além da Mostra Especial que teve como tema “Os Índios e o Cinema”, um recorte da produção audiovisual indígena no Brasil. A curadoria foi da atriz, diretora e escritora, Rita Carelli. A edição foi abrilhantada com a presença da atriz Dira Paes, uma das homenageadas do festival. Outro homenageado foi o cineasta e indigenista, Vincent Carelli. O pocket show com Ava Rocha acompanhada do guitarrista Marcos Campelo animou o público presente no Teatro Goiânia.

 

2018

Neste ano, o festival buscou se ampliar durante os seis dias de duração. Foram exibidos 77 filmes ao longo da programação. A Curta Mostra Especial trouxe como tema “Gênero e Invenção: Tornar-se Mulher no Cinema de Curta-metragem Contemporâneo”, trazendo a mulher no audiovisual para o centro da discussão, convidando a refletir sobre a forma como a figura feminina é retratada nas telas. A curadoria da Mostra ficou a cargo da diretora e roteirista Maíra Buhler. As homenageadas foram a diretora Juliana Vicente e a cineasta Yasmin Thayná, nomes fortes da luta de mulheres. O festival homenageou também a atriz Maeve Jinkings e a fundadora da Vitrine Filmes, Silvia Cruz, pela contribuição ao audiovisual brasileiro.

A programação ainda contou com pocket show da banda Carne Doce e grupo Cocada Coral, laboratório de roteiros audiovisuais, encontros de realizadores de filmes, encontro com a animação, lançamento literário e ainda a novidade da décima oitava edição: a Feira Audiovisual. O espaço foi criado com o objetivo de promover discussões e incentivar produções de audiovisual no coração do cerrado.

 

2019

Na 19ª edição, a atriz Helena Ignez foi homenageada da Mostra Especial e também do evento como um todo. A diretora Olga Futemma recebeu homenagem da Mostra Especial. A saudosa empresária da arte de cinema, Edina Fujii (in memoriam) também foi homenageada. Mais uma vez, o festival promoveu o estímulo à indústria do cinema, formou público, e contribuiu com a profissionalização. Com isso, segue como evento consagrado e essencial que movimenta a cena, a economia, os profissionais e a população geral em prol do audiovisual.

Neste ano, o festival recebeu mais de mil filmes inscritos, de 23 estados e o Distrito Federal. Destas, 87 foram exibidas ao público em mostras competitivas e na Mostra Especial – O Amor e Suas Formas, com a curadoria de Lila Foster. Além das homenagens, teve debate e pocket show O Delírio do Verbo: Manuel de Barros, com Júlia Tygel, Tatiana Parra e Neymar Dias. Na Feira Audiovisual, o público participou de oficinas, encontros, master classes, painéis, laboratório de roteiro, evento de network e lançamento literário.

 

 

 

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